Mariano Gago no país da Fantasia, por Edgar Teles
Pois é: em que País vive Mariano Gago? É o que eu me pergunto a mim mesmo apos ver uma série de entrevistas onde ele nega que haja desemprego no mundo Universitário. Portugal tem a taxa de licenciados mais elevada da U.E, licenciados que te cada vez mais migrado para outros paises. Mão de obra qualificada que dificilmente voltará ao país, criando num futuro relativamente próximo uma quebra de quadros competentes para a economia portuguesa, e para o desenvolvimento cultural. Portugal não quer ficar na cauda da Europa, bem... com medias que não permitem que os licenciados consigam emprego, não sei como conseguirá este pequeno milagre. Uma coisa são as directizes governamentais que o governo tem, outra arealidade expressa pelo I.N.E, e outros orgão competentes. Esta é uma situação que, caso não se resolva, pode ser prujedicial para o desenvolvimento do País. Como poderá Portugal navegar nos mares do desenvolvimento sem marinheiros que naveguem a nau a bom porto ?
Dá que pensar não dá?!!!
Friday, April 4, 2008
Trigésimo Oitavo Número do Sub
Será? Será só na Carolina Michaelis? , por Alexandre Aranda
Respondendo já à pergunta do título, não me parece. Se não vejamos: o tão respeitado P.G.R
Dr. Pinto Monteiro foi ontem ao palácio de Belêm falar como o Presidente da Républica e dar-lhe a conhecer que há crianças de 6/7 anos que levam armas para a escola com a conivencia dos próprio pais. Será isto normal ?
Fica aqui a reflexão
Respondendo já à pergunta do título, não me parece. Se não vejamos: o tão respeitado P.G.R
Dr. Pinto Monteiro foi ontem ao palácio de Belêm falar como o Presidente da Républica e dar-lhe a conhecer que há crianças de 6/7 anos que levam armas para a escola com a conivencia dos próprio pais. Será isto normal ?
Fica aqui a reflexão
Sunday, September 2, 2007
Trigésimo Sétimo Número do Subversivo
Várias maneiras de envergar a camisola da selecção portuguesa e de sentir o Hino Nacional, por Alexandre Aranda
Já repararam que há várias maneiras de sentir e envergar a camisola nacional de Portugal?
Peguemos na parte do sentimento patriótico, na maneira como se canta o Hino... Quem, de todos os que viram o jogo da selecção nacional de raguebi, não se arrepiou com a força e o sentimento que uma equipa amadora, a nossa equipa nacional, que participa neste momento no campeonato do mundo, empregou a cantar o Hino nacional? Ou por exemplo a nossa selecção de basquetebol que embora com menos força mas tambe´m sente o Hino Nacional de uma forma muito intensa? Ou por exemplo, a Vanessa Fernandes, ou... ou... ou... Há tantos exemplos que é difícil enumerar...
Ao contrário desses exemplos está a selecção nacional, que ganha milhões, e não emprega tanto sentimento no Hino, nem "come a relva" como deviria ser....
Thursday, May 24, 2007
Trigésimo Sexto Número do Subversivo
Liberdade de expressão pelas ruas da amargura... por Alexandre Aranda
Ao contrário do que se poderia supor, parece que quando o Doutor Oliveira Salazar se encontrava à frente dos destinos do País, ainda havia um bocado mais de liberdade de expressão... Senão vejamos: Lembram-se de termos notíciado aqui neste mesmo blog que uma das rubricas do Gato Fedorento tinha sido banida? Pois... Agora, ao que parece, foi um dos acessores da DREN (Direcção Regional de Educação do Norte) que foi expulso do mesmo organismo por ter feito uma piada sobre o Caso da licenciatura de Sócrates... É caso para dizer: Volte Doutor Salazar, está perdoado por todos os crimes que cometeu!
Friday, April 27, 2007
Tuesday, April 17, 2007
Trigésimo Quarto Número do Subversivo
Recordando do caso Sócrates
“Leitura obrigatória!” por Susana Bravo
“Leitura obrigatória!” por Susana Bravo
Sobre a «Mini-Odisseia» do diploma de Sócrates, gostava apenas de a ver numa perspectiva lógica. Por ela, acredito em tudo o que o Primeiro-Ministro disse, mas ao mesmo tempo acredito em tudo o que se diz contra ele, porque tudo o que foi dito foi na base de factos, esses indesmentíveis. Porém as circunstâncias em que os acontecimentos que chegam até nós por esses factos, deixam espaço para continuarmos com as nossas dúvidas.Resolvi fazer três simples abduções, isto é, silogismos em que a premissa menor é apenas provável. Provável porquê? Porque não é evidente, e aqui nestes casos em particular, a informação que dispomos deixa sustentá-las pela simples boa-fé. Ora a fé é o princípio da incerteza.I-Nenhum aluno normal é favorecidoSócrates foi um aluno normalSócrates não foi favorecidoSócrates pode dizer tudo o que quiser sobre os eventuais favorecimentos da Universidade ou da sua parte para com a Instituição. A questão é saber se ele, nas circunstâncias em que se inscreveu na Independente era ou não um aluno normal. Duvidoso é de crer que ele era como um anónimo, que parece que foi o que ele quis dizer na sua entrevista. Na altura, Sócrates era deputado do PS. O argumento dado na entrevista foi que nessa altura ele ainda não era Secretário de Estado e portanto não haveria hipótese de favorecer a UnI. O contrário ficou por explicar, se é que sob esta lógica o contrário se justifica. Se tal é verdade, já se sabe que é bem provável que a partir de um determinado posto executivo, os governantes dispõem de meios para favorecer os amigos e demais instituições a que estão ligados. Nada de novo.De qualquer forma, Sócrates era deputado, e um deputado tem já muita notoriedade para ser favorecido ou para mover favorecimentos. Afinal de contas na legislatura seguinte o “anónimo Sócrates” foi logo escolhido para ser Secretário de Estado. Outra coisa estranha é o facto de terminada a licenciatura, já fazendo parte do governo, a UnI contactar logo o recém-licenciado Sócrates para ocupar um posto de docente.Contudo, a situação de normalidade do aluno Sócrates não se punha em questão, não obstante o facto de ele ser à altura, deputado, se o processo de transferência não tivesse sido feito com a opacidade que foi feito. Continuo a achar aquilo esquisito...e digo isto, para que não se investigue apenas o Primeiro-Ministro, mas também as Universidades.II-Todos os alunos licenciados têm diplomaSócrates licenciou-seSócrates tem o diplomaSócrates pode apresentar todos os papéis. Não se trata de uma questão de boa-fé. Trata-se de uma questão de visão. Estão lá. Não há nada para os discutir. Contudo, fica uma dúvida no ar quanto à maneira como esse diploma foi obtido e as circunstâncias em que ele foi assinado - a um Domingo.
III- Nenhum deputado tem de ser licenciadoSócrates era licenciadoSócrates não tinha de ser deputadoNo meio de toda esta situação, o estranho são os dados biográficos do deputado José Sócrates que constam da biografia de deputados da AR. Dois documentos com a mesma data, mas com conteúdos diferentes, apesar de se referirem à mesma pessoa. Eu aqui acredito num puro factor de snobismo do aluno Sócrates, que enquanto o era, queria deixar de o ser, intitulando-se algo que nunca viria a ser, mesmo que simbolicamente. Mas esta do simbólico também não pega, porque Sócrates não era então licenciado.Apesar de todas as probabilidades e improbabilidades, penso que a partir de aqui, quem quiser continuar a discutir o assunto é por simples opção, uma má opção.
III- Nenhum deputado tem de ser licenciadoSócrates era licenciadoSócrates não tinha de ser deputadoNo meio de toda esta situação, o estranho são os dados biográficos do deputado José Sócrates que constam da biografia de deputados da AR. Dois documentos com a mesma data, mas com conteúdos diferentes, apesar de se referirem à mesma pessoa. Eu aqui acredito num puro factor de snobismo do aluno Sócrates, que enquanto o era, queria deixar de o ser, intitulando-se algo que nunca viria a ser, mesmo que simbolicamente. Mas esta do simbólico também não pega, porque Sócrates não era então licenciado.Apesar de todas as probabilidades e improbabilidades, penso que a partir de aqui, quem quiser continuar a discutir o assunto é por simples opção, uma má opção.
Trigésimo Terceiro Número do Subversivo
Horror, por Alexandre Aranda
Ontem quando cheguei a casa e ouvi as notícias fiquei, tal como o Presidente dos Estados Unidos da América, horrorizado com a notícia que ouvi: alguém entrou num Campus Universitário onde havia também alguns portugueses e desatou aos tiros, matando cerca de 33 pessoas.
Relembremo-nos que não há muito tempo houve mais uns quantos tiroteios em campus universitários da América, um país onde existem cerca de 260 milhões de armas.
Não acham armas a mais? a mim parece-me um bocado exagerado, principalmente se pensarmos que lá não é preciso ter licença de uso e porte de arma!
Ontem quando cheguei a casa e ouvi as notícias fiquei, tal como o Presidente dos Estados Unidos da América, horrorizado com a notícia que ouvi: alguém entrou num Campus Universitário onde havia também alguns portugueses e desatou aos tiros, matando cerca de 33 pessoas.
Relembremo-nos que não há muito tempo houve mais uns quantos tiroteios em campus universitários da América, um país onde existem cerca de 260 milhões de armas.
Não acham armas a mais? a mim parece-me um bocado exagerado, principalmente se pensarmos que lá não é preciso ter licença de uso e porte de arma!
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